
O Instituto Antonio Conselheiro de Apoio, Assessoria e Pesquisa para o Desenvolvimento Humano (IAC) tem por missão central:
Visão de Futuro
Tornar-se referência no desenvolvimento de ações para a convivência com o Semiárido, no campo da Agroecologia e da Socioeconomia Solidária, com ênfase em tecnologias sociais e na comercialização de seus próprios produtos em feiras agroecológicas e solidárias, fomentando também esses espaços e tornando-os públicos e notórios à luz das capacidades dos sujeitos envolvidos: crianças, jovens, homens e mulheres; ampliando, cada vez mais, as estratégias educativas relacionadas ao respeito à cultura local na qual estão inseridos.
Estratégia ou Linhas Estratégicas (Objetivos)
O Instituto Antônio Conselheiro de Apoio, Assessoria e Pesquisa para o Desenvolvimento Humano (IAC) é uma organização da sociedade civil, com sede no município de Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará. A instituição atua junto a agricultores e agricultoras familiares, promovendo e difundindo a agroecologia e o desenvolvimento rural sustentável. Seu trabalho se desenvolve em articulação com associações e redes agroecológicas, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais.
O IAC surgiu como resultado de iniciativas coletivas de fortalecimento da agricultura familiar e, atualmente, trabalha com homens, mulheres, juventudes e adultos, por meio de ações voltadas ao fortalecimento da produção, da organização social, política e produtiva das famílias e da juventude rural.
Registrado no CNPJ sob nº 04.597.681/0001-78, o Instituto tem sua sede e foro em Quixeramobim, na região do Sertão Central do Ceará.
Atualmente, o IAC desenvolve atividades de assessoria e acompanhamento em assentamentos da reforma agrária estadual e federal, bem como em comunidades rurais. Suas ações envolvem processos de formação para a cidadania, agroecologia, economia solidária, organização social, gestão de atividades produtivas, comercialização e acesso ao crédito. A assessoria técnica visa melhorar as condições de vida das famílias, qualificando a produção, ampliando a renda, fortalecendo a participação política e garantindo segurança alimentar, sempre com base em práticas agroecológicas e no manejo sustentável dos recursos naturais. A dimensão de gênero é considerada transversal, reconhecendo a participação das mulheres como elemento essencial para o desenvolvimento local integrado e sustentável, promovendo inclusão e direitos humanos.
Para realizar suas ações, o IAC estabelece convênios com instituições governamentais e parcerias com organizações da sociedade civil, além de manter articulação com movimentos sociais, redes e outras organizações em níveis local, regional e nacional.
O público atendido pelo Instituto é composto majoritariamente por agricultores e agricultoras familiares de baixa renda, povos quilombolas e feirantes agroecológicos, que desenvolvem atividades de produção agrícola e pecuária, artesanato, pequenos comércios, extrativismo e serviços como educação e saúde. Esses sujeitos estão organizados em cooperativas, associações, sindicatos ou grupos específicos de juventudes e mulheres, inclusive em arranjos informais.